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Transição será feita com a maior transparência possível, afirma Eliseu Padilha

por publicado: 30/10/2018 10h16 última modificação: 30/10/2018 10h18
Romério Cunha/Casa Civil

O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou nesta segunda-feira (29) que o processo de transição governamental será feito com a maior transparência possível. Em entrevista a jornalistas, Padilha detalhou como será o processo de compartilhamento de informações com o governo eleito.

O processo de transição tem o objetivo de dar condições para que o presidente eleito possa receber de seu antecessor todas as informações necessárias para o novo governo. Para facilitar esse acesso, todos os ministérios incluíram dados em um sistema chamado Governa durante os últimos 20 dias.

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, terá à disposição 50 cargos de livre nomeação. Eles terão acesso ao Governa, que reúne realizações, projetos em andamento e ações planejadas. Também será possível verificar, no sistema, a estrutura organizacional de cada ministério, para que o futuro governo possa preparar suas equipes.

“Como o presidente Michel Temer deixou claro, a intenção é fazer a transição com maior transparência possível, ofertando todas as informações disponíveis que sejam solicitadas pelo presidente eleito”, disse Padilha.

Segundo o ministro, os primeiros nomes dos integrantes da equipe de transição devem ser encaminhados na quarta-feira à Casa Civil. A posse dos 50 funcionários poderá ser feita a partir de 48 horas da proclamação do resultado da eleição, podendo permanecer nas funções até 10 dias após a posse do presidente, em 1º de janeiro.

A equipe de transição trabalhará no primeiro andar da ala norte do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). São 1.950 m² disponíveis, com 22 gabinetes, entre os quais o do presidente e do vice-presidente eleitos, e 78 posições de trabalho. A Polícia Federal fará a segurança do espaço de forma permanente.

Um auditório para entrevistas e um comitê de imprensa foram disponibilizados.